sexta-feira, 23 de março de 2012

Mas eu me mordo de ciúmes...

Ciúme. Vem do Latim ZELUMEN, de ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, do Grego ZELOS, “zelo, ardor, ciúme”.

Por que sentimos isso? É necessário? Pode-se dizer que serve como a tal 'comprovação de sentimento'? Vale a pena sentir? Não. Não sei. Se soubesse, também não sentia. Mas e nos casos das pessoas que sentem isso e nem poderiam, deveriam...? Tá aí mais uma coisa que não tem resposta concreta, não vamos ter nunca e vamos continuar sentindo, vivenciando.

A única solução seria saber o que se passa, com certeza, na cabeça da outra pessoa. O que leva a ter  tais atitudes, tais gestos. E isso lá é solução? Uma coisa impossível de se saber... Aí você diz: Ah, Renan, você é meio maluco.

Tudo bem, sou maluco. E ciumento também. Não por escolha própria, não por decisão, apenas é assim, apenas sou. Se estou feliz com isso? Talvez sim, talvez não.
Talvez...

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