segunda-feira, 15 de outubro de 2012

E agora, o que te resta?

A página fica aberta. Já está assim há dez minutos. Os pensamentos aleatórios, só pra variar, continuam na cabeça. O Facebook aberto, os dois telefones próximos, o Twitter sendo acompanhado, mas a cabeça nessa caixa de texto. Ansiosa pra ser preenchida com palavras, declarações, revoltas, sugestões, sentimentalismos e coisas desconexas.

A cabeça bateu ontem no travesseiro e ficou. Rolou pra um lado, rolou pra outro e ficou assim. Por uma, duas, no mínimo três horas. Aí você levanta, vai ao banheiro, bebe uma água e pensa "Porra!", e se deita novamente. E dorme. E acorda com a mesma coisa que tinha na cabeça quando deitou doze horas atrás pra dormir.

E tem vontade de escrever, desabafar, agir, ligar, abraçar, sorrir. E não consegue fazer nada. Nem o mais fácil de todos. Aí acaba saindo mais um texto sem nexo, sem pé e nem cabeça e utilidade. Mas você se sente mais tranquilo, continua com a playlist aberta, rolando a música que curte e... bola pra frente.

"Sempre em frente, pé no chão, com sobriedade! E com a felicidade de quem sabe o que quer..."

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